domingo, 20 de novembro de 2011

"Um homem isolado, que não tenha uma comunidade mais ou menos extensa é um nada, não é homem."

Ora bem, hoje partilho com vocês a minha frustração. Chamam-lhe "Direito", mas a mim está-me a pôr mais torta que sei lá o quê. Não admira que os políticos e os advogados sejam todos corruptos...!! Estou a estudar isto há menos de dois dias e já estou com vontade de partir vidros, roubar bancos, matar a minha empregada e fugir sei lá para onde!! (partir vidros é mesmo só porque é giro).

Eis uma das primeiras frases que li quando abri a sebenta:
"Um homem isolado, que não tenha uma comunidade mais ou menos extensa é um nada, não é homem."
WTF!?! Alguém me consegue explicar o significado desta estupidez!?! É que não lhe vejo ponta de sentido..!!
A parte que eu mais gosto disto tudo, é a parte das normas sociais e jurídicas. Sim, caso não saibam, existem, de facto, normas de ordem moral; religiosa; de trato social e jurídica. E ainda existem as normas jurídicas. Para quem não sabe, de ignorante para já-não-tão-ignorante, passo a explicar: normas de ordem moral, religiosa e de trato social dizem todas respeito à intra-subjectividade, isto é, são por exemplo quando alguém arrota em público e os outros lhe olham de lado............................RELEVÂNCIA??!!
O que me intriga é eu estar de facto a perder o meu tempo, que neste momento é da maior preciosidade, a estudar esta coisa que, por sinal, não interessa a ninguém!! (e não posso dizer "não interessa nem ao menino Jesus", porque estas de facto interessam-lhe!). Se eu quisesse, de facto, ir para advogada, qual seria a relevância disto?! A única parte realmente relevante de tudo isto, são as normas jurídicas e, mesmo assim, conseguem vir recheadas de palha que, essa sim, não interessa NEM AO MENINO JESUS!
Outra coisa bastante interessante é o facto de, mesmo que eu seguisse advocacia ou tencionasse ir trabalhar para o governo(coisa que vocês nunca saberão, lamento), muita desta trangalhada, passo a expressão, não iria ser posta em prática. Digo isto porque, claramente, quase nenhuma dela o é. Se perceberam a dica, óptimo, se não...ponham-se a par.

Estou neste momento a ler o título da proxima estupidez que tenho de estudar: "Relação entre o Direito, a justiça e a segurança". Posso não ser muito culta no que toca a gramatismos e etc, mas de uma coisa eu me apercebo. Reparem no pormenor de Direito estar escrito em maiúscula e justiça e segurança, não. Como se o "Direito" assumisse maior importância que a Justiça e a Segurança! Não é, afinal, o objectivo do Direito garantir a Segurança e a Justiça? Não devia antes ser "Relação entre o Direito, a JUSTIÇA e a SEGURANÇA"



Bem, eu vou então "instruir-me" mais um pouco. Até daqui a 5min.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Pseudo-BULLSHIT

Primeiro que tudo, sim, eu sou "daquelas pessoínhas" que fica 22.356.589 anos-luz sem postar nada, mas depois posta um milhão de posts seguidos(sim, gosto de me repetir. Dá ênfase à ridicularidade da situação, e é fixe).

Recentemente, apercebi-me do gigante clichê que o meu blog se está a tornar. Tornou-se uma pirosice tão grande que, os posts que eu antes lia e relia por serem tão fixes, óbvio(sem querer soar convencida, ÓBVIO...- l o l! para quem não percebeu o sarcasmo e a ironia desta afirmação - embora os posts não deixem de ser fixes, mas isso fica para outro dia...não gosto de me repetir), já perderam a única leitora que tinham!
Sou só eu(l o l! - por favor, não me obriguem a explicar a piada desta..!), ou isto está a ficar demasiado deprimente?! Mas não seja por isso..! DEMOCRATICAMENTE(...e com maioria asoluta - l o o l! eu hoje estou on fire!), voltamos às crónicas!!

(...sim, aqueles posts com pseudo-piadas, sobre pseudo-assuntos, pseudo-intelectuais, escrito por uma autora pseudo-wanna-be-interessante-bissexual - não que isso tenha relevância, mas eu gosto de dizer, só mesmo porque é pseudo-fixe!)

E agora a autora tem pseudo-sede, pelo que vai beber um copo de agua numa pseudo-torneira.

(uma psicóloga um dia disse-me que TUDOO é psicológico. Logo após chamar chanfrado ao Fernando Pessoa. Quando for grande também quero ser pseudo-psicóloga!)

Utopia, paradoxo, chamem-lhe o que quiserem

Foste o melhor erro que cometi. Durante aquele período, costumava fazer sentido. No entanto, eu sou um bocado duvidosa, tendo em conta que tenho tendência para ser a única pessoa a ver sentido em muitas coisas.
Sinto-me..desligada. Nada, nem ninguém me cativa para além de ti. Ainda não consegui perceber se perdi a confiança nas pessoas ou se sei exactamente o que se passa, mas recuso-me a acreditar, ainda não percebi muito bem porquê.
No entanto, depois de me teres feito o que fizeste, continuo a desejar que estivesses comigo em vez de estares com ela. Continuo a desejar o teu mau feitio, os teus ciúmes, a tua companhia, tudo o que te pertence! Tudo o que já foi meu..ou talvez nunca o tenha sido. Não sei ao certo. Talvez tenha finalmente chegado o momento de aplicar correctamente a tão célebre expressão: "só sei que nada sei" (vamos fingir que isto não é clichê..).


És cruel e nem te apercebes. É fodido até onde pode chegar o egoísmo e a estupidez que lhe corresponde! 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

limites ao tempo

Hoje vi um filme. Um filme sobre a negação de um presente quase como que autista, digamos assim. Capaz de ser dos melhores filmes que já vi. Reforça a riqueza de uma cultura fantástica e, talvez, até surrealista. É pessoal quando afirmo muitas vezes sonhar com um retorno a uma era à qual não pertenço. Talvez já tenha pertencido, e é capaz de ser a melhor hipótese mas, verdade incontestável e irrefutável é a da minha existência se resumir apenas a uma parte deste século. Não me digo "não grata" pelo que já vivi e ainda me espera viver, mas é um facto: ninguém está contente com o que tem. Todo o indivíduo desejaria viver um presente que não é o dele. Toda o indivíduo gostaria de conhecer quem já viveu.
Não é de facto impossível retornar a essa era. A essa era à qual, pessoalmente, tanto gostaríamos de pertencer. Eu sempre fui fã dos anos 50/60, da época Renascentista, entre outras, mas maioritariamente destas. Serei EU capaz de regredir(chamemos-lhe assim...), e ganhar outro tipo de cultura, conhecer outro tipo de pessoas,...Desde os enormes Bobby Darin, Elvis Presley, Jackie Wilson, Andy Warhol, entre muitos muitos outros, aos gigantescos Michelangelo, Lutero, Donatello, Da Vinci, Luca Pacioli, etc etc etc?! A essa questão cabe-me apenas a mim, como ser individual e com personalidade própria, responder: Não, eu não seria capaz de regredir a nenhuma dessas alturas. Isto porque, embora seja dotada de uma capacidade de me "alienigenar" da realidade em que me encontro frequentemente, não possuo tal dom esse, o tal de ser capaz de me ausentar totalmente de uma realidade à qual preferia não pertencer, e partir para uma outra dimensão, tornando-a, assim, real aos meus olhos. Chamar-me-iam maluca se eu assim o fizesse e cometesse o (estandardizado por uma sociendade vil, inoportuna e infeliz) erro de o contar a quem quer que fosse! A menos que fosse escritora/pintora ou qualquer outro tipo de artista...aí seria apenas considerada génio, vai-se lá saber porquê.

A imaginação não tem limites. Apenas nós os temos. Eu sou uma delas, e, de certa maneira, invejo quem não os tem.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Matéria NÃO ultrapassa o Imaterial

"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", creio que é este o ditado. O tempo não pára, não haja dúvida, e também não faltaram alturas em que me apetecia carregar num botão que parasse o tempo à minha volta, mas a minha mortalidade não o permite. O que faríamos se pudessemos, de facto, controlar o tempo? O que faríamos de tivessemos, de facto, direito a 3 desejos?
Pessoalmente, por muito tentador que fosse poder ter o mundo num piscar de olhos, ver-me-ia forçada a recusar tal oferta. As devidas oportunidades são-me dadas, nas devidas alturas. Acredito que tudo tem um motivo válido que afecta sempre alguém, mesmo que esse alguém não sejamos nós mesmos.

Encontro-me numa situação da qual, por muito que me custe admitir, eu fui a responsável. Foram-me dadas todas as oportunidades e eu não as aproveitei como devia ter aproveitado, mesmo sabendo as consequências.

Ninguém nos pode ensinar aquilo que só nós podemos aprender, por nós mesmos.

O tempo passou...agora espero.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

S*#@% PEOPLE MAKE ME SAY&DO

Irrita-me quando me mentem.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Olá meu monocromático amigo, carpe diem !

Branco. Definido por "cor da luz", ou "ausência de cor", trata-se da junção de todas as cores do espectro.
Assim está o meu coração. Branco. Alberga todos os sentimentos que alguém pode ter, conduzindo-o, inquestionavelmente e indubitavelmente, a um estado de apatia imensa..uma apatia estranha, quase como que com personalidade própria.

Carpe diem! Aproveita o dia...vive o presente...! Mas...o que acontece quando o presente se deixa comandar por memórias de um passado, não tão distante? Ou por flashes de um possível futuro desagradável? O que acontece quando o presente deixa de ser o presente, para ser outra coisa? Outra coisa qualquer, desconhecida? Insegura? Frustrante? Branca?? 

segunda-feira, 27 de junho de 2011

If you ever come back

Acabou. Eu fico e tu vais. Quero gritar a este mundo e ao próximo para me levares contigo! Para não te ires embora sem mim! Para não me deixares aqui..! Sozinha..
Atrás de ti fica tudo..o trabalho, a tua familia, os teus amigos,..tudo por minha causa..tudo para que possas ter um momento de sossego! E, egoísta como sou, eu não te quero deixar ir! Pelo menos não sem mim! Quero ir contigo para todo o lado, tal como tínhamos prometido uma à outra! Quero fazer parte do teu dia-a-dia!

No entanto, mereces todo o sossego que é possível ser teu..eu quero que sejas feliz, onde quer que seja, com quem quer que seja..quero que vás para onde tens de ir. Quero que descanses e voltes bem..quero que sejas feliz.



If you're standing with your suitcase
But you can't step on the train
Everything's the way that you left it I still haven't slept yet

And if you're covering your face now
But you just can't hide the pain
Still setting two plates on the counter but eating without ya

If the truth is you're a liar
When you say that you're okay
I'm sleeping on your side of the bed going out of my head now

And if you're out there trying to move on
But something pulls you back again
I'm sitting here trying to persuade you like you're in the same room

And I wish you could give me the cold shoulder
And I wish you could still give me a hard time
And I wish I could still wish it was over
But even if wishing is a waste of time
Even if I never cross your mind

I'll leave the door on the latch
If you ever come back, if you ever come back
There'll be a light in the hall and a key under the mat
If you ever come back
There'll be a smile on my face and the kettle on
And it will be just like you were never gone
There'll be a light in the hall and a key under the mat
If you ever come back, if you ever come back now
Oh if you ever come back, if you ever come back

Now they say I'm wasting my time
Cause you're never coming home
But they used to say the world was flat but how wrong was that now

And by leaving my door open
I'm risking everything I own
There's nothing I can lose in the break in that you haven't taken

If it's the fighting you remember or the little things you miss
I know you're out there somewhere, so just remember this
If it's the fighting you remember or the little things you miss
Oh just remember this, oh just remember this
And it will be just like you were never gone
And it will be just like you were never gone
And it will be just like you were never gone
If you ever come back, if you ever come back now

A (in)consciência de um desabafo (in)oportuno

Hoje disse-lhe tudo. Hesitei, mas não parei. Optei por falar e, de certa maneira, sinto-me um pouco mais aliviada.

Mas agora pergunto-me..de que serviu? A pergunta que mais anseio voltar a fazer continua na minha cabeça e no meu coração..sem resposta.

Portanto..de que me serviu?

http://ritolina.deviantart.com/

sábado, 25 de junho de 2011

E.T phone home

Será possível? Sentir o absolutamente nada a invadir-nos completamente? Sentir a apatia em cada palavra, gesto, olhar, atitude? Será possível que haja uma dor tão grande assim que nos torne, de facto, insensíveis?

Sinto-me uma extraterrestre no meu próprio ser..

Prioridades (mais ou menos) psicossomáticas

Vamos debater prioridades. Encontro-me numa situação, no mínimo, perturbadora. Estou a ser coagida a fugir dos meus instintos naturais, intrínsecos na minha condição de adolescente: fugir para onde quer que seja que haja festa, quaisquer que sejam as consequências.
Encontro-me em luta com o meu consciente, Acúrcio Donaldo Pascoal Patrício Castrador, que ganha a vida a moer-me o juízo sempre que pode (não, não sou "mentalmente transtornada" - LOL tanta coisa para chamarem aos malucos, malucos -, sou apenas estranha).
Esta tarde vai haver um Arraial (Literalmente..é o Arraial Pride 2011). Em vez de ir, tenho de ficar em casa, a estudar para os exames que decidirão o meu futuro próximo. Ah! Já me esquecia..hoje as temperaturas ultrapassam os 30ºC, caso não tenham ouvido, lido ou sentido.

No entanto, apesar da minha (suposta) vontade dizer o contrário, tenho vindo a sentir um grande alívio em relação a tudo. Sinto um certo alívio por não poder ir ao arraial hoje, tal como senti um mesmo certo alívio por ter ficado sem telemóvel e, consequentemente, sem estraga-ganza..

Podia negar e aclamar a minha falta de noção do porquê destes alívios, mas isso seria negar a verdade mais que aparente: metafísica..Ela.

sábado, 18 de junho de 2011

Complexidade semântica e sentimental

Faça o que fizer, para onde quer que me vire, és a única pessoa que eu vejo..os teus olhos são os únicos na minha cabeça..fecho os meus e tento dormir, porque não me apetece estar acordada..não consigo..! Quando, finalmente, adormeço, és tu quem eu vejo! É contigo que sonho! Não se trata de obssessão. Trata-se de Amor..amor que sinto por ti..sinto um vazio tão grande sem ti..agora que te perdi, o meu acordar tornou-se insuportável! Cada dia dura uma infinidade! Não passa um minuto que não me caia uma lágrima..

Temo o dia em que deixes de me amar..em que beijes e/ou acaricies outra..temo, ainda mais, o dia em que digas a outra pessoa que a ames..mas, acima de tudo, temo o dia em que me esqueças..tudo o que passámos..tudo o que vivemos, juntas. Não quero que ninguém tenha aquilo que eu tive. Sim, sou humana e, por isso, sou egoísta. Faz parte da minha condição como ser humano. No entanto, o meu amor e a minha amizade por ti falam mais alto e, aí, não consigo ser outra coisa senão altruísta..

Quero que me esqueças.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Realidade incontornável

Muitas vezes uma pessoa julga-se forte..Julga-se mais forte do que aquilo que realmente é. Quando é por nós, é uma coisa. O problema é quando nos apaixonamos e temos de ser fortes pela outra pessoa também. O problema é quando sabemos que não somos só nós a sofrer, mas também a pessoa que mais amamos. Aí, as coisas deixam de ser tão simples..aí, há algo que fala mais alto. Há algo que grita!

Prefiro que sofras um dia ou dois e, no outro, ergas a cabeça ao mundo e sigas em frente, do que sofreres todos os dias. Por muito que te ame, por muito que me esforce, esta decisão foi mais por ti, do que por mim.

P.S: I Love You

domingo, 22 de maio de 2011

Personalidade embargadora dogmática

Não sei o que sinto. Ou melhor..sei, mas prefiro não saber. Dor, angústia, arrependimento, tristeza, frustração...e não consigo deixar de me culpabilizar por tais sentimentos..! Tais feridas, abertas por algo que, no fundo, é tão superficial! Já não é só o capricho de não sentir aquela vergonha. É a vontade de me sentir "eu" de novo. É a vontade de me sentir livre, de certa maneira, pela primeira vez.
Há alturas na vida de uma pessoa em que todas as suas crenças; todas as suas teorias; todas as suas vontades, desejos e qualidades se vêem forçadas a desaparecer. Há alturas em que certas pessoas com certas atitudes; certas situações que comportam certas responsabilidades nos forçam a ver o mundo de outras perspectivas. E isso nem sempre é mau! O "problema" é que, na maioria das vezes, posso garantir que, essas perspectivas nos trarão novas "qualidades"; novas crenças; novas teorias, vontades e desejos...e, muito provavelmente, acabaremos por nos tornar quem sempre afirmámos nunca ser. Mas o verdadeiro "problema" está em quem não se apercebe dessas mudanças. Está nas pessoas que se deixam levar pela suposta civilização; pelas regras, normas e leis! Por caprichos e injustiças. Pelo "normal" imposto por pessoas que se auto-intitularam no direito de padronizar a sociedade, à sua maneira e imagem.
Pois agora chegou a minha altura. Chegou a altura em que a minha personalidade está a ser posta à prova...a minha força de carácter é mandada a baixo por padrões que dizem que os outros são melhores que eu. Pelos "erros" cometidos no passado, enquanto mulher de paixões, corro o risco de receber um certificado brevemente que dirá que NÃO SOU melhor que muita gente...que sou uma falhada. Há quem diga que não é tarde para evitar esse risco, e é o meu maior desejo acreditar que a probabilidade de o evitar é maior do que a de efectivamente acontecer...a questão é que, no fundo, o realismo em mim é, nesta situação, inevitavelmente, mais forte.



A questão aqui não é apenas a preocupação com o que os outros pensarão: com os estigmas com que o meu profissionalismo ficará...a questão é, afinal de contas, o que penso eu de mim? do que serei eu então capaz? eu que, sendo humana, me deixo abalar desta maneira por inseguranças sem fundamento?









Não sei o que sinto. Ou melhor..sei, mas prefiro não saber.

domingo, 20 de março de 2011

"Rentreé" (Des)Pontual

Não vinha aqui faz já algum tempo...não que não tivesse nada para contar! Muito pelo contrário! Acho que nunca tive tanto.
É engraçado que, geralmente, quanto mais se tem para contar, por muito bom que seja e nos apeteça contá-lo ao maior número de pessoas possível, torna-se sempre difícil fazê-lo. Quer seja porque não se pode, ou simplesmente porque as palavras não saiem...

Depois do grande desgosto que apanhei, optei por seguir em frente. Optei por explorar quem realmente sou; por, de certa maneira, me abrir por inteiro e ser imparcial, relativamente a mim mesma.
Aquela que, muitas vezes, parece ser a pior decisão acaba por ser a melhor. No meu caso, a minha decisão foi: parar de procurar. Por vezes, esta atitude pode ser vista pela sociedade como uma atitude de fracasso..de desilusão, desistência, derrotismo, pessimismo, e muitos outros adjectivos de carácter negativo. No entanto, e tendo em conta o meu desprezo pela opinião pública(embora eu dissesse o mesmo, caso alguém me tornasse pública, a mim, uma decisão destas), a realidade do meu caso foi bem diferente. Esta minha decisão conduziu-me de volta aos carris. Deu-me uma nova orientação e uma (possivel) maior estabilidade emocional.


Agora...com uma nova realidade, vêm novos tormentos...