É engraçado que, geralmente, quanto mais se tem para contar, por muito bom que seja e nos apeteça contá-lo ao maior número de pessoas possível, torna-se sempre difícil fazê-lo. Quer seja porque não se pode, ou simplesmente porque as palavras não saiem...
Depois do grande desgosto que apanhei, optei por seguir em frente. Optei por explorar quem realmente sou; por, de certa maneira, me abrir por inteiro e ser imparcial, relativamente a mim mesma.
Aquela que, muitas vezes, parece ser a pior decisão acaba por ser a melhor. No meu caso, a minha decisão foi: parar de procurar. Por vezes, esta atitude pode ser vista pela sociedade como uma atitude de fracasso..de desilusão, desistência, derrotismo, pessimismo, e muitos outros adjectivos de carácter negativo. No entanto, e tendo em conta o meu desprezo pela opinião pública(embora eu dissesse o mesmo, caso alguém me tornasse pública, a mim, uma decisão destas), a realidade do meu caso foi bem diferente. Esta minha decisão conduziu-me de volta aos carris. Deu-me uma nova orientação e uma (possivel) maior estabilidade emocional.
Agora...com uma nova realidade, vêm novos tormentos...
