sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Latinismos da realidade

O que passou é passado. Não há muito mais a acrescentar, excepto o facto de ser tão difícil não pensar no que já aconteceu. Memórias boas são memórias boas. A questão é: continuarão a ser boas, quando, embora nos possam fazer sorrir, nos causam dor?
É viver e deixar viver. Mas como é que vivemos conscientes de que apenas o presente interessa, quando é, obviamente, inevitável pensar nos fantasmas que nos perseguem? E, consequentemente, no que se segue: será que deva...? 





Paixões a curto, médio e longo prazo.
Promessas de felicidade que não se cumprem.
Corações abertos que acabam desfeitos.

...a vida atormenta-nos...






No entanto, se assim não o fosse, que significaria então Viver? Aquela palavra que tanta gente tanto emprega, por tudo e por nada Carpe Diem...faria algum sentido? Se a vida não fosse composta de Paixões arrebatadoras; jogos de sedução, cartas e promessas de amor eterno ou até de desgostos de amor, a vida não seria tão bela como é e isso, mesmo que o neguem, é um facto.

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